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PRODUÇÃO TEXTUAL: PROCESSO DE PLANEJAMENTO -> ESCRITA -> AVALIAÇÃO -> REESCRITA

Atualizado: 18 de ago. de 2023


Fala Professor!


Confira esta discussão sobre Produção Textual e o processo de Planejamento -> Escrita -> Avalição -> Reescrita.


O CONTEXTO


O contexto é o conjunto de circunstâncias em que a mensagem que se deseja emitir é produzida, isto é, para a emissão da mensagem levamos em consideração o tempo, o espaço, o emissor, o receptor, entre outros elementos que possam possibilitar uma compreensão da mensagem de forma satisfatória.


Ao enunciar sempre se considera o contexto de produção, uma vez que toda produção de textos, seja oral ou escrita, sempre acontece com base no contexto e em seus elementos constitutivos (KOCH; ELIAS, 2015).


Seguindo esta linha de pensamento, pensemos que não há como produzir textos escritos bem elaborados sem levar em consideração, de maneira bem especial, os aspectos que constituem o contexto. Imagine, por exemplo, uma novela policial na qual o autor não contextualiza o tempo e espaço dos fatos, ou que o autor não caracterize as personagens. Claramente ficaria complexo compreender quem seria quem, ou, até mesmo, compreender a ordem cronológica dos fatos.


Desse modo, o contexto é fator primordial para a produção de um texto, pois sem considerarmos os elementos contextuais a construção de um texto coerente será praticamente nula.


Sendo fator primordial, torna-se importante trabalhar o contexto em sala de aula, pois, assim, os alunos compreenderão a importância de escrever preocupando-se como a mensagem chegará ao leitor.


Portanto, é importante ter em mente que:

  • os componentes do contexto intervêm na comunicação sob a forma de saberes ou modelos cognitivos (frames, esquemas).

  • o contexto não apenas condiciona o discurso como o transforma;

  • o contexto é construído e reconstruído no decorrer da atividade discursiva;

  • o contexto é um conjunto de suposições que, no caso da escrita, são levantadas pelo sujeito-produtor, levando-se em conta pressuposições sobre os leitores e seus conhecimentos. (KOCH; ELIAS, 2015, p. 83)



É a partir do contexto que o sujeito-produtor pressupõe quais os conhecimentos que o sujeito-leitor vai ativar para compreender sua mensagem. Sendo assim, o contexto auxilia o produtor a elaborar um texto coerente com foco na interação entre produtor-leitor.


Entretanto, será que há funções específicas para o contexto? Este questionamento é algo muito pertinente, pois já que o contexto é um fator tão importante para a produção textual, temos de pensar sobre quais seriam suas funções.


Fatores de contextualização



Ao falar de produção de textos é preciso considerar um dos requisitos básicos: a contextualização. Desse modo, sempre que produzimos textos, os fazemos ancorados “[...] em dada situação comunicativa, no interior de determinada prática social, tendo em vista o lugar e o momento da interação, os participantes e suas peculiaridades, os objetivos a serem alcançados” (KOCH; ELIAS, 2015, p. 88).


Neste sentido, temos a nosso favor um conjunto de fatores de contextualizações que são classificados em dois tipos: contextualizadores propriamente ditos e perspectivos ou prospectivos (MARCUSCHI apud KOCH; ELIAS, 2015). Na sequência refletiremos sobre esses dois tipos de contextualizadores.


a) Contextualizadores propriamente ditos



Em relação aos contextualizadores propriamente ditos, pode-se afirmar que eles auxiliam a ancorar o texto produzido em dada situação comunicativa, bem como auxiliam no estabelecimento da coerência. Entre estes contextualizadores tem-se: “data, local, assinatura, elementos gráficos (nos jornais, disposição na página, caderno em que se inserem, ilustrações), o suporte que os veicula (tipo de jornal, de revista, etc.)” (KOCH; ELIAS, 2015, p. 89).


Veja no exemplo a seguir como esses elementos auxiliam na compreensão da mensagem.

Contextualizadores propriamente ditos.

Fonte: Globo.com



Imaginemos que esta notícia fosse publicada sem nenhum destes contextualizadores, certamente seria impossível saber se a informação está atualizada ou não, qual o jornal a publicou, se o jornal é eletrônico ou físico etc. Sabemos que, dessa forma, não seria possível identificar a qual jornal pertenceria dada ideologia sobre determinado assunto, enfim, são os elementos contextualizadores propriamente ditos que possibilitam que o produtor situe o leitor, fazendo com o texto produza sentido.


Além disso, em determinados gêneros textuais como a carta, o bilhete, o telegrama, entre outros, esses elementos são indispensáveis, já que são esses contextualizadores que farão com que o leitor compreenda o enunciado.


Analise o texto a seguir tentando identificar quando e onde ocorreu, quem escreveu e a que gênero textual ele pertence.

Fonte: Acervo pessoal do autor (2017).



O texto acima é uma carta encaminhada para os avós da narradora. No entanto, sem o vocativo, torna-se impossível identificar os interlocutores. Além disso, com a ausência de data e local não conseguimos saber onde e quando ocorreram os fatos, ou quando o texto foi produzido.


Desse modo, imagine que o destinatário recebesse esse texto sem os elementos contextualizadores, certamente seria bastante complexo de ele saber de onde veio a carta, quando foi escrita, quem escreveu, ou seja, seria muito difícil para o leitor estabelecer a coerência textual.


Sendo assim, o gênero carta pessoal precisa dos seus contextualizadores para que possa estabelecer o sentido desejado, assim, como no exemplo a seguir.


Fonte: Acervo pessoal do autor (2017).


b) Fatores perspectivos ou prospectivos



Aqui temos os fatores que nos permitem avançar expectativas quanto ao conteúdo, ao estilo, enfim, ao teor do texto, como é o caso de títulos, autor, fórmulas iniciais, entre outros.


Para que fique mais claro, leia o título e o olho da notícia a seguir para refletirmos sobre o que será tratado no texto.

Fonte: Folha de São Paulo online (2017).



Primeiramente, é importante compreender que o título é o fator primário que desencadeia as perspectivas sobre o texto, já que é através dele que deduzimos a temática que nele será abordada.


Neste sentido, o título é o que prepara o leitor para o que será encontrado no texto. Além disso, é a partir dele que o leitor pode fazer inferências e ativar os conhecimentos necessários para a compreensão do assunto.


Agora, leia a reportagem completa buscando identificar quais conhecimentos foram ativados e as inferências realizadas a partir da leitura do título da reportagem:


São Paulo, sábado, 14 de maio de 2011


Mundo


Dia a dia em Bissau


Apesar das dificuldades em casa e na escola, guineenses brincam de "cerca-cerca" (pega-pega) e "malha" (amarelinha)


MIRELLA DOMENICH

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE BISSAU


Futebol é o esporte preferido da maioria das crianças. O português é a língua ensinada na escola e a garotada se diverte muito com pega-pega e amarelinha. Sabe de onde estamos falando? A resposta correta é Guiné-Bissau.

Assim como o Brasil, o país africano é uma ex-colônia de Portugal. Na época da escravatura, muitos guineenses foram levados à força para o Brasil para trabalhar como escravos. Hoje trabalham duro na reconstrução do país, que é independente desde 1973 e está classificado como o sexto mais pobre do mundo.

É grande a lista de dificuldades de Guiné-Bissau: faltam escolas e material escolar, água encanada e luz elétrica nas casas. Sem energia, ninguém assiste à TV, usa computador ou tem aparelho de som. Internet é para poucos.

Já as crianças têm energia de sobra.Nas ruas de terra batida de Bissau, capital do país, brincam de "cerca-cerca", como o pega-pega é conhecido. Também jogam "malha" (amarelinha) e brincam de "surumba-surumba".

Os brinquedos são inventados com peças que encontram aqui e ali. Meninos se divertem empurrando pneus e criam carrinhos com qualquer roda.

______________________________________________________________________________________

Na brincadeira "surumba-surumba", as crianças riscam um círculo no chão de terra com um galho de árvore. Vários participantes ficam dentro da área marcada e um fica fora, correndo ao redor do círculo. As crianças de dentro tentam pegar a que esta fora, mas sem sair do círculo. Quando quem está dentro pega quem está fora, as duas crianças trocam de lugar -e tudo recomeça.


RAIO-X


Guiné-Bissau

Capital: Bissau

Localização: oeste do continente africano

Habitantes: 1,6 milhão


Fonte: Folha de São Paulo online (2017).

O papel da escola no processo do ensino de produção textual


Iniciemos essa reflexão por meio dos seguintes questionamentos: “qual é o papel da escola frente ao ensino de produção de textos? Como que a produção de textos deve ser trabalhada? Quais as práticas textuais que devem acontecer no ambiente escolar?”


Primeiramente, é preciso que os professores proporcionem a prática abundante de produção de textos e com inúmeras finalidades, em conformidade com etapa de ensino que o esteja esteja inserido. Além disso, é no ambiente escolar que a produção textual acontece com a mediação de alguém, proporcionando aos produtores mais segurança.


Neste sentido, a abundância de práticas textuais possibilita aos alunos produzirem textos cada vez melhores, eliminando, assim, as características que os tornem pouco aceitáveis ou menos inaceitáveis (POSSENTI, 2005).


Essas eliminações acontecem a partir da mediação do professor e do modo como ele transmite os seus conhecimentos em sala de aula. Ademais, se o professor não trabalhar as dificuldades dos alunos, a fim de auxiliá-los a melhorar sua produção de textos, o ensino tornar-se-á ineficaz e os alunos não conseguirão progredir.


O domínio da escrita se dá em consequência de uma prática em dois sentidos (POSSENTI, 2005):


1. É facilitado se a escrita levar em conta o funcionamento dela na sociedade;

2. Depende que ela seja praticada, dentro e fora da escola.



A partir destes dois sentidos, é imprescindível que a escola mostre para os alunos que a escrita é algo que funciona como meio de interação entre indivíduos dentro da sociedade, ou seja, existe dialogicidade, como preconiza Bakthin. Destarte, ao escrever temos que levar em conta que escrevemos algo para alguém, sendo assim, é importante que o produtor ative seus conhecimentos da língua, de textos, enciclopédico e interacional, para que consiga construir seus enunciados de forma coesa e coerente, a fim de que o eu-leitor consiga compreender o que está sendo dito/escrito, salientando que essa ativação, principalmente nas séries do ciclo da alfabetização, deve ser mediada e acompanhada pelo professor.


Ademais, é preciso que o aluno produza textos dentro e fora da escola, já que apenas assim a prática textual escrita será aperfeiçoada, já que para textos bem produzidos se exige muito treino. Dessa maneira, os alunos conseguirão perceber que a produção de textos escritos não é algo que ocorre em um “passe de mágica”, mas sim que é um processo moroso que exige muito esforço e dedicação.


A escola precisa dispor de meios eficazes para ensinar textos. Isto posto, não é adequado solicitar para os alunos que produzam textos a partir de um tema vago ou de um título. Em outras palavras, é preciso que o estudante veja a função interacional, que ele planeje seu texto a partir do que ele deseja; é preciso dar para o aluno uma motivação real para que ele possa escrever, para que ele compreenda a função social dos textos que enunciamos.


Destarte, se o professor estiver trabalhando textos da esfera jornalística, é preciso utilizar ferramentas e interlocutores reais. Assim, poderá solicitar, por exemplo, a produção de um jornal digital, no qual os alunos divulgarão notícias reais em um ambiente real (blog, site da escola etc.). Com esse tipo de prática, além de o professor expor os alunos à situações reais, também poderá identificar/aprimorar habilidades e competências que poderão auxiliar seus estudantes quando estes precisarem de tal conhecimento no mundo fora dos muros da escola.


Quando falamos em produção textual, é de suma importância que o professor não o use apenas como pretexto para avaliação (POSSENTI, 2015), pois isso desmotiva a produção, haja vista que o foco do alunado não recairá na produção do texto, mas sim nos aspectos que ele prevê que serão importantes para adquirir nota máxima.


Neste sentido, torna-se importante que o professor proponha a produção textual como fonte de treino, a fim de que os discentes adquiram cada vez mais conhecimentos que os possibilitem a construir textos cada vez mais completos e mais bem elaborados, isto é, coerentes com cada situação de uso/gênero discursivo.


O texto também não deve ser usado apenas para atividades de compreensão e interpretação, já que atividades assim são muito restritivas e minimalistas. Claro que esse tipo de atividade deve ser trabalhada, mas não deve ser a única finalidade dos textos.


Por conseguinte, os textos devem ser apresentados, além do objetivo da compreensão e interpretação, com a finalidade de que os alunos compreendam como ele foi planejado, refletindo sobre como o autor o escreveu, colocando-se em seu lugar para que, assim, consiga criar novas referências.


Processo de Planejamento, Escrita , Avaliação e Reescrita


O primeiro momento da produção textual é o planejamento. Sendo assim, o estudante deve compreender a proposta/comando, contexto de produção, público-alvo/possível leitor, entre outras informações que sejam pertinentes para direcionar sua produção.


A escrita deve ser encarada como fruto de muita pesquisa, já que para escrever o produtor precisa reunir todo um conjunto de conhecimentos necessários para produzir seu texto. Desse modo, após a primeira versão, é preciso que esse texto seja revisado, sendo que é nessa revisão que ocorrerá a primeira avaliação: a avaliação do aluno-produtor.


Isto posto, é neste momento que o aluno-autor verificará se seu texto atingiu seus objetivos, se suas ideias estão postas coerentemente, se a linguagem ficou adequada, enfim, fará a sua análise geral.


Ainda na revisão é quando há a oportunidade de rever o texto, eliminando o que for necessário, complementando as ideias e conteúdos que não ficaram bem explanados, isto é, este é o momento que ocorrerá a avaliação do que precisará ser reescrito. Para tanto, o doente pode criar um quadro de rubricas que auxilie os estudantes a realizarem a autovaliação de sua produção e indique o que necessita mudança.


Após o processo de avaliação e revisão temos o processo de reescrita. Neste momento o escritor produzirá o texto adaptado, a versão para correção. Destarte, é aqui que entra o momento da avaliação do professor.


Cabe, portanto, ao professor dirigir essas etapas com muita cautela e sutileza, visto que o aluno deve internalizar o processo de forma natural, já que qualquer imposição poderá causar algum tipo de estranhamento e distanciar o aluno do processo de aprendizagem proporcionado.


Para que fique claro como pode ser construído esse processo de Planejamento -> Escrita -> Avaliação -> Reescrita, segue uma proposta de trabalho.

PROPOSTA DE TRABALHO


1º Passo: Escolha da temática


Proponha aos alunos que escolham um tema que eles gostariam de discutir, ou escolha uma temática que seja condizente com a etapa de ensino da turma;

Eleja um dos temas propostos pelos alunos (por meio de votação, sorteio, etc.).


2º Passo: Levantamento de dados


Divida os alunos em grupos e faça com que eles pesquisem sobre o tema. Aqui é possível fragmentar os assuntos sobre o tema, sendo que cada grupo ficará responsável por pesquisar algo em específico.


3º Passo: Discussão sobre os resultados


Faça um debate (informal) com os alunos, fazendo com que todos os grupos exponham o que pesquisaram. Este será o momento da socialização dos resultados da pesquisa.


4º Passo: Planejamento da escrita


Aqui serão levantadas as seguintes hipóteses:

1. Para que tipo de leitor será o texto?

2. Qual será o tipo de texto a ser escrito?

3. Que linguagem é adequada para o gênero/leitor escolhido?

4. Qual será o meio de publicação do texto?

5. Qual será a função social do texto?


5º Passo: Escrevendo o texto


Aqui a escrita ocorrerá de forma coletiva a fim de que os alunos interajam e o professor possa mediar a produção. Deixe-os construírem o texto. É importante que nesta etapa não sejam feitas correções/inferências linguísticas, contextuais e temáticas pelo professor.

Utilize uma plataforma virtual para que os alunos construam o texto, como o Google Doc., Google Jamboard, Google Keep etc.


6º Passo: Revisão e avaliação


Neste momento leia o texto com os alunos e instigue-os a avaliarem o que foi produzido (faça questionamentos). Oriente que alterem, corrijam os erros, eliminem o que julgarem necessário, agora de forma individual.

Peça para que avaliem se o texto está dentro dos objetivos elencados pelo grupo; se está coerente e coeso.

Este é o momento de o professor realizar inferências. Poderá falar sobre as correções de língua (em todos os aspectos), problemas de ortografia, entre outros aspectos que jugar que sejam pertinentes.


7º Passo: Reescrita


  • A reescrita deverá ser realizada individualmente, assim o professor conseguirá verificar as dificuldades pontuais de cada aluno.

  • O professor deve pontuar que essa poderá não ser a única vez que eles precisarão reescrever o texto, pois o processo de uma produção escrita é composto de várias reescritas.


8º Passo: Avaliação do professor


Aqui o aluno não deve ser avaliado apenas para obter o quesito nota, mas o mais importante é o quesito conteúdo.

O professor deve corrigir cada texto sugerindo mudanças e realizando os apontamentos necessários, conforme as rubricas de correção.


9º Passo: Devolutiva/Feedback


O professor pode realizar a devolutiva de forma geral ou de forma individual. Julgo que a devolutiva de forma individual (oralizada) seja mais significativa, pois o professor conseguirá explicar para cada estudante sobre suas dificuldades, explanar sobre os apontamentos realizados e sanar dúvidas gerais de cada um.


Fonte: Pillonetto (2017).

Perceba que a proposta de atividade supramenciona é bem detalhada e exige muito trabalho, tanto do professor, quanto dos alunos. Desse modo, é importante planejar como cada etapa será aplicada para que não sejam interrompidas ou realizadas de forma acelerada, uma vez que o foco é que a aprendizagem seja significativa. Por conseguinte, é de suma importância que a proposta esteja de acordo com a série/ano, para que não sejam aplicadas atividades fora de contexto e/ou além da possibilidade de compreensão dos discentes.


Além disso, não significa que este modelo de atividade deva ser aplicado em toda produção textual, mas sim que seja aplicada algumas vezes para que o alunado consiga ver na prática como a atividade de escrita acontece e o porquê temos de ter um cuidado especial ao escrever.


É importante que o professor peça para os alunos realizarem as produções em uma plataforma específica, e devidamente identificadas (portfólios), para que ao final do bimestre, trimestre, ou ano letivo o estudante consiga ver sua evolução desde a sua primeira produção escrita até a última realizada naquele ano/etapa de estudo.


Por fim, é importante que o professor sempre inove em suas atividades de produção textual, sem, é claro, perder a essência do processo de Planejamento -> Escrita -> Avaliação -> Reescrita, pois é a partir do domínio de cada etapa supracitada deste processo que os alunos conseguirão melhorar cada vez mais a escrita.


Fonte: Texto adaptado de PILLONETTO, Marlon Richard Alves. O ensino de produção textual mediado por tecnologias. Curitiba: Bagai, 2020.


Espero que tenha gostado das dicas!

Até a próxima!



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Poderia disponibilizar o check-list do curso, ficaria imensamente grata. Material muito rico, está me ajudando na prática.

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Material extremamente relevante para a prática em sala de aula.

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